A cada passo eu ela ia dando, cada vez ia chegando perto, poderia sentir seu coração bater,bem mas rapidamente que os ponteiros de um velho relógio, ali naquela pequena estante tão empoeirada e com muitas teias de aranhas.
Havia poucas palavras a dizer naquele pouco espaço de tempo, mas o que haveria de tão importante.
Ouvindo o tic-tac intermináveis, recordei-me de ter visto vagamente, pelo monte onde passei, havia poucas pessoas, poucos carros, apenas ar frio e uma nevoá intensa, um pequeno detalhe achou a atenção, todos até pensaram , foram suas roupas ou seu jeito diferente de se vestir ou falar...eu diria que não.. havia algo ali..mas importante além de coisas tão superficiais..
O que havia ali?
E as horas continuam a passar, esse momento foi congelado , na linha do tempo, e agora sei do que realmente se tratava.. porque cheguei aqui, e estou ali, naquele lugar tão distante e parado.São poucas horas para decidir ou não.. seria irônico apenas ele se virar e mostrar que realmente está ali, seria pedir demais.. Não consigo avançar os passos a frente, algo ali, paralisou-a..incrivelmente ela parou e se virou, encostando em suas costas, apenas ouvindo sua respiração e sussurros sufocados..
Como posso escutar isso daqui de dentro, impossível..Esse tic- tac que não acaba, seria uma emboscada ou apenas um truque?
Foi quando se virei e ele se virou, mas com rosto abaixado, e com um sorriso disse :
Então nós reencontramos novamente, sentistes minha falta devo presumir..E agora estava diante de um amigo ou um inimigo?
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
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